Aquí podemos ver como foi necessário modelar uma grande parte da EXPO 98.
Apesar de não se ver nesta imagem, foram tambem modelados com algum pormenor: o Oceanário, o Pavilhão Português e a Gare do Oriente.
Nesta imagem, um barco passa à frente da camara. A intenção foi ligar de forma indelével, este empreendimento à proximidade do Tejo e do mar.
Este conceito foi reforçado na própria decoração do apartamento modelo e em toda a imagética, quer do filme quer do restante material promocional.
A sala deste andar tem mais de 5 metros de pé direito.
Este facto dificultou o movimento da camara pois tornou-se necessário mostrar toda a amplitude da sala sem dar a noção errada de que a mesma seria acanhada em largura e profundidade.
Na cozinha torna-se importante a iluminação e o modo como são mostrados os diversos materiais.
O movimento de camara escolhido acentua a relação entre a zona de cozinha própriamente dita e um outro espaço de cariz mais familiar com uma banca para servir refeições ligeiras.
Nos corredores a principal preocupação foi a de mostrar a nobreza dos materiais selecionados e o cuidado posto na iluminação que inclui uma sanca com luz indirecta e um ponto de luz por cima de cada porta de entrada.
Foram utilizadas várias luzes para conseguir este efeito.
O filme baseia-se numa viagem numa carruagem V.I.P., durante a qual um personagem mostra a outro um CdRom sobre a torre S. Gabriel.
O computador em que o Cd está a ser mostrado tem um ecran sensive ao toque e o personagem que explora o Cdrom, toca nas opções que deseja ver a seguir. Para conseguir isto foi utiliazda a tecnologia de chroma-key.